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lunes, 7 de mayo de 2012
jueves, 26 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
FANOPEIA -
En uno de sus ensayos, Ezra Pound explica que la poesía, más allá de los
significados que es capaz de transmitir o sugerir, puede ser impulsada de tres
maneras.
La primera de ella es la “melopeia”
que destaca los componentes sonoros, musicales y rítmico-fonéticos del
texto.
La “logopeia”, en cambio, resalta las
capacidades reflexivas del lenguaje poético y concibe a la poesía como
instrumento de conocimiento.
Por último, está la “fanopeia” que
privilegia la fuerza de las imágenes visuales.
Estos tres impulsos coexisten en cualquier poema, por supuesto, articulados
en un complejo sistema de gradaciones y jerarquías; pero es cierto, igualmente,
que cada poeta- o texto, le da importancia a alguno de ellos.
- Texto celestial -
Poesía visual
a la memoria del genial Joan Brossa
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jueves, 19 de abril de 2012
A POESIA (Melopeia, Fanopeia, Logopeia)
Em sentido restrito, os antigos entendiam por poesia
("poíesis") a habilidade de construir bem uma composição de palavras. É
ainda esse o sentido básico do vocábulo na atualidade, que enfatiza a noção de
poesia como arte de refinada construção verbal.
O objeto inventado pela poesia chama-se poema, de modo que este vem a ser um artefato, isto é, o produto acabado resultante do fazer artístico. Poema é a obra de arte verbal realizada concretamente.
Poética é o nome da disciplina que estuda a poesia e suas obras, considerando o que elas têm de específico, ou seja, aquilo que lhes é próprio: o poético. Este, por sua vez, é constituído dos elementos fundamentais do poema; o poético é matéria da poesia, é tudo aquilo de que ela pode falar e o modo como ela fala num poema.
Todos esses elementos devem ser conhecidos para que avancemos em nossos estudos.
São três os elementos básicos que constituem um poema, tradicionalmente escrito em versos:
1) som -- elemento musical: sistema de harmonias, ritmos e melodias criados pelas palavras;
2) imagem -- dados visuais de um poema;
3) pensamento -- estrutura intelectual de escolha, combinação e disposição de palavras para a expressão de conteúdos: ideias, sensações sentimentos etc.
Esses três elementos fundamentais do poema chamam-se melopeia, fanopeia e logopeia, respectivamente.
Melopeia é a música de palavras, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar efeitos acústicos por meio da palavras. Ela insere o poema no tempo, mas o leva a sobrepor-se à cronologia, segundo Ezra Pound (1882-1972).
Fanopeia é matéria visual do poema, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar imagens que afetam a imaginação visual. A fanopeia configura o poema no espaço físico e imaginário, mas o faz transpor fronteiras.
Logopeia é a matéria intelectual do poema; é o elemento que se revela na sintaxe do texto, na lógica de sua organização, em sua carga semântica, nas referências e influências artísticas e culturais que contém. Por meio da logopeia o poema viaja no tempo e no espaço, dialogando com a memória da civilização.
Desse modo, chama-se poesia de melopeia àquela em que predomina o elemento sonoro, poesia de fanopeia à que tem a imagem como elemento principal e poesia de logopeia àquela em que prevalece o elemento intelectual.
O objeto inventado pela poesia chama-se poema, de modo que este vem a ser um artefato, isto é, o produto acabado resultante do fazer artístico. Poema é a obra de arte verbal realizada concretamente.
Poética é o nome da disciplina que estuda a poesia e suas obras, considerando o que elas têm de específico, ou seja, aquilo que lhes é próprio: o poético. Este, por sua vez, é constituído dos elementos fundamentais do poema; o poético é matéria da poesia, é tudo aquilo de que ela pode falar e o modo como ela fala num poema.
Todos esses elementos devem ser conhecidos para que avancemos em nossos estudos.
São três os elementos básicos que constituem um poema, tradicionalmente escrito em versos:
1) som -- elemento musical: sistema de harmonias, ritmos e melodias criados pelas palavras;
2) imagem -- dados visuais de um poema;
3) pensamento -- estrutura intelectual de escolha, combinação e disposição de palavras para a expressão de conteúdos: ideias, sensações sentimentos etc.
Esses três elementos fundamentais do poema chamam-se melopeia, fanopeia e logopeia, respectivamente.
Melopeia é a música de palavras, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar efeitos acústicos por meio da palavras. Ela insere o poema no tempo, mas o leva a sobrepor-se à cronologia, segundo Ezra Pound (1882-1972).
Fanopeia é matéria visual do poema, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar imagens que afetam a imaginação visual. A fanopeia configura o poema no espaço físico e imaginário, mas o faz transpor fronteiras.
Logopeia é a matéria intelectual do poema; é o elemento que se revela na sintaxe do texto, na lógica de sua organização, em sua carga semântica, nas referências e influências artísticas e culturais que contém. Por meio da logopeia o poema viaja no tempo e no espaço, dialogando com a memória da civilização.
Desse modo, chama-se poesia de melopeia àquela em que predomina o elemento sonoro, poesia de fanopeia à que tem a imagem como elemento principal e poesia de logopeia àquela em que prevalece o elemento intelectual.
http://profvalmirluis.blogspot.com.ar/2011/01/poesia-melopeia-fanopeia-logopeia.html
viernes, 13 de abril de 2012
domingo, 22 de enero de 2012
LE MAMMOUTH
a Baltazar Garzón
si,
perviven
toneladas
volúmenes
opacas solidificaciones
calcitas
restos
ecos
rasguños
voces
temblores
retumbando
dentro de
la inmaterial
memoria.
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miércoles, 18 de enero de 2012
viernes, 6 de enero de 2012
lunes, 26 de diciembre de 2011
HOMENAJE AL POETA MARCOS ANA
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Romance para las doce menos cuarto (fragmento)
(Nochevieja en la prisión de Burgos)
Camaradas, a las doce,
todos los pulsos en hora.
Que suenen como campanas,
en una campana sola.
Que fundan los corazones
en un corazón y todas
las ramas del pulso sean
árbol de luz en las sombras.
Amigos, todos en pie:
sombre las montañas rojas
de nuestra sangre sin yugos
la voz erguida en la boca.
Si alguno siente que tiene
las alas del pulso rotas
¡que las componga!, a las doce,
todos los pulsos en hora.
----------------------
(...)
Noy hay tromba
de paredones, ni balas,
ni relojes, no habrá sogas
capaces de hacernos bueyes:
¡Nuestro cuello no se dobla!
Miradnos aquí, miradnos,
mientras los muros sollozan,
cruzar el año cantando,
rompiendo "noche española",
acariciando los hombros
de un crepúsculo sin costa.
Miradnos aquí, miradnos,
mientras los muros sollozan,
¡Siempre de pie!, sin rodillas,
como encinares de gloria.
¡Camaradas, a las doce,
todos los pulsos en hora!
domingo, 25 de diciembre de 2011
martes, 20 de diciembre de 2011
sábado, 17 de diciembre de 2011
sábado, 10 de diciembre de 2011
DARALAPALABRA
Para acceder a las imágenes de la retroprospectiva
multidisciplinaria
https://picasaweb.google.com/113596075481349610691/DARALAPALABRATRiuOsKLEMIP?authkey=Gv1sRgCJne8Zrp0siH1AE
Recomiendo optar por la "Presentación de diapositivas" y verla en pantalla completa oprimiendo el F11 de su teclado, pudiendo determinar la duración en tiempo de la imagen, utilizando los comandos que, al pie, se ofrecen.
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domingo, 27 de noviembre de 2011
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