A MODO DE UNA OCCIDENTALIZADA ORIENTACIÓN

Mixturando, eclécticamente, algunos preceptos extraídos de la Biblia y del calefón con 3 partes de Macedoniana porfía, un toque justo de inmersión Jungiana y 4 gotas de Xulsolariana elevación mas el sumo de todo un Lao Tsé en pleno. En epifánica unción, alzamos las copas con el genial brevaje e invitamos a
Tristán Tzara y Alfred Jarry para que nos acompañen a presentarnos con la misma interjección con que comenzara su parlamento el Père Ubú, a la sazón Roi, es decir:









BIENVENIDOS A LA NAVEGACIÓN







Alertamos a los atildados sobre la utilización de metáforas azarosas. Toda libre asociación es demostración de que existe el inconsciente; sobre él desligamos responsabilidades.







Invitamos a descabalgarnos del constante absoluto, las certezas irreversibles, la presunción de objetividad, las posturas a ultranza y los dogmatismos.







Sugerimos tratar de tolerar lo mejor posible el vacío existencial, el tembladeral de la duda, la desubicación de la contradicción, la subjetividad y la vulnerabilidad humanas, a sabiendas de que, aunque denunciemos con cierta queja, lo hacemos enmarcados por el amor y con un fuerte deseo libertario porque:











."...Tú y yo no somos dos mitades de una inútil batalla,/ ni siquiera dos caras acuñadas por la misma derrota,/sino tal vez una pequeña parte de algún huésped sin número y sin rostro, que aguarda en el umbral."







Olga Orozco







Corre sobre los muelles - Museo Salvaje - 1974 -











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jueves, 26 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

FANOPEIA -

En uno de sus ensayos, Ezra Pound explica que la poesía, más allá de los significados que es capaz de transmitir o sugerir, puede ser impulsada de tres maneras.
La primera de ella es la “melopeia” que destaca los componentes sonoros, musicales y rítmico-fonéticos del texto.
La “logopeia”, en cambio, resalta las capacidades reflexivas del lenguaje poético y concibe a la poesía como instrumento de conocimiento.
Por último, está la “fanopeia” que privilegia la fuerza de las imágenes visuales.

Estos tres impulsos coexisten en cualquier poema, por supuesto, articulados en un complejo sistema de gradaciones y jerarquías; pero es cierto, igualmente, que cada poeta- o texto, le da importancia a alguno de ellos. 





- Texto celestial - 
Poesía visual


a la memoria del genial Joan Brossa





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jueves, 19 de abril de 2012

A POESIA (Melopeia, Fanopeia, Logopeia)



Em sentido restrito, os antigos entendiam por poesia ("poíesis") a habilidade de construir bem uma composição de palavras. É ainda esse o sentido básico do vocábulo na atualidade, que enfatiza a noção de poesia como arte de refinada construção verbal.

O objeto inventado pela poesia chama-se poema, de modo que este vem a ser um artefato, isto é, o produto acabado resultante do fazer artístico. Poema é a obra de arte verbal realizada concretamente.

Poética é o nome da disciplina que estuda a poesia e suas obras, considerando o que elas têm de específico, ou seja, aquilo que lhes é próprio: o poético. Este, por sua vez, é constituído dos elementos fundamentais do poema; o poético é matéria da poesia, é tudo aquilo de que ela pode falar e o modo como ela fala num poema.

Todos esses elementos devem ser conhecidos para que avancemos em nossos estudos.

São três os elementos básicos que constituem  um poema, tradicionalmente escrito em versos:

1) som -- elemento musical: sistema de harmonias, ritmos e melodias criados pelas palavras;

2) imagem -- dados visuais de um poema;

3) pensamento -- estrutura intelectual de escolha, combinação e disposição de palavras para a expressão de conteúdos: ideias, sensações sentimentos etc.

Esses três elementos fundamentais do poema chamam-se melopeia, fanopeia e logopeia, respectivamente.

Melopeia é a música de palavras, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar efeitos acústicos por meio da palavras. Ela insere o poema no tempo, mas o leva a sobrepor-se à cronologia, segundo Ezra Pound (1882-1972).

Fanopeia é matéria visual do poema, é o conjunto de técnicas aplicadas para criar imagens que afetam a imaginação visual. A fanopeia configura o poema no espaço físico e imaginário, mas o faz transpor fronteiras.

Logopeia é a matéria intelectual do poema; é o elemento que se revela na sintaxe do texto, na lógica de sua organização, em sua carga semântica, nas referências e influências artísticas e culturais que contém. Por meio da logopeia o poema viaja no tempo e no espaço, dialogando com a memória da civilização.

Desse modo, chama-se poesia de melopeia àquela em que predomina o elemento sonoro, poesia de fanopeia à que tem a imagem como elemento principal e poesia de logopeia àquela em que prevalece o elemento intelectual.

http://profvalmirluis.blogspot.com.ar/2011/01/poesia-melopeia-fanopeia-logopeia.html

viernes, 13 de abril de 2012

PARAGRAMA VISUAL









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